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Quase todo mundo começa a conversa pelo tecido, porque é a parte que aparece. Só que ele é também a parte mais simples de trocar. O que define se um sofá merece reforma fica escondido: a armação, as percintas e a espuma.
Comece pela estrutura
Sente, mude de posição, apoie o peso num braço. Rangido, balanço ou um lado que afunda mais que o outro apontam para a armação ou para as percintas, as fitas que sustentam o assento por baixo.
Armação de madeira firme, sem rachadura, é o melhor motivo para reformar. Ela aguenta um estofamento inteiro novo.
O tecido é a parte mais fácil de trocar. Quem decide é a estrutura.
Espuma cansada tem conserto
Almofada que não volta ao formato e assento que guarda a marca de quem sentou são sinais de espuma no fim da vida. Na reforma ela é trocada, e dá para aproveitar e ajustar a sensação do assento, mais firme ou mais macio, sem mudar o desenho do sofá.

Quando a reforma compensa
Quando a peça tem história na família ou um desenho que não se encontra mais à venda. Quando a medida já encaixa na sala e a estrutura passou no teste do começo deste texto. Nesses casos a reforma mantém o que o sofá tem de melhor e troca só o que cansou.
Quando trocar faz mais sentido
Armação rachada, ou feita de aglomerado que já esfarela, pede peça nova. Vale o mesmo para o sofá que nunca serviu direito ao espaço: reformar um sofá grande demais para a sala só renova o problema.
Antes de pedir a avaliação
- Fotos do sofá de frente, de lado e do assento sem as almofadas
- Largura, profundidade e altura, medidas com trena
- O que incomoda hoje: o tecido, o conforto ou os dois
- Uma foto da sala, se a ideia for mudar a cor
Com isso em mãos, a avaliação começa pelo que interessa.
Equipe Brasilina · Indaiatuba



